quinta-feira, 15 de agosto de 2013

“Conta pra todo mundo que um dia você me conheceu, que um dia você amou alguém mais que a si mesma, mesmo que achem graça, deixa que riam, mas conta dos nossos dias, e se quiser, conta todos os nossos segredos, fala pra todo mundo com um brilho no olhar que ainda pensa em mim, e que ainda espera todos os dias no mesmo lugar, apenas por que de pés juntos eu jurei que voltaria. Sorri enquanto conta a todos o quanto eu te fazia bem, o quanto eu te fazia feliz e mesmo com o coração em pedaços eu era capaz de chegar e colar cada pedaço, fala ainda mais, diz que as falas mais clichês possíveis ficavam lindas saindo da minha boca, e que você sorria e acreditava em todas. Diz que eu te amei, amei mais do que qualquer outra coisa, e que tive que partir pois não tinha opção. Faz todos escutarem as nossas musicas, aquela que eu disse que te lembrava, aquela que eu escrevi em uma folha de papel e disse que cantaria pra você. Pegue a aliança que você jogou no fundo da gaveta cheia de roupas, e mostra o meu nome nela, diz sorrindo que a com o seu nome ainda esta no meu dedo e que ninguém havia tomado o seu lugar. E no final chore, chore mesmo, pois sei que de todos aqueles sorrisos, você escondia lágrimas, afinal, sempre tão forte não é mesmo, então dessa vez pode chorar, eu não estarei lá pra secar nenhuma lágrima sua, mas vou estar de longe contando pra todos que ainda sonho em te encontrar.”
"Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca e o minuto no segundo seguinte: nada é muito quando é demais."

Caio F Abreu.
“Eu sinto falta de você, da sua voz, do seu modo idiota de me fazer sorrir, eu sinto falta de nós, de tudo o que já foi nosso, das lembranças, dos planos, dos sonhos, sinto falta de cada detalhe seu que me completava, caralho, como eu sinto.”

Brunno Brandão.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

"Não quero lembrar. Faz mal lembrar das coisas que se foram e não voltam. (...) Agora já passou. Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudade, de vez em quando. Quando penso que podia ter sido diferente."

- Caio Fernando de Abreu.